Um projeto que envolve o Museu de Israel (Jerusalém) e a Google permitiu colocar na Internet os Manuscritos do Mar Morto. Conhecida como a mais antiga versão das escrituras hebraicas – estes escritos são da autoria de uma seita de judeus dos essénios que se isolou o deserto -, a coleção de textos contém originais com milhares de anos, que estavam preservados em vasos nas cavernas de Qumra, até à primeira descoberta por um grupo de pastores em 1947. Posteriores explorações permitiriam reunir até 1954 à volta de 900 textos, parte deles agora na rede. Inicialmente, textos foram traduzidos para o inglês. Fotografados página por página com uma câmera de alta resolução, os manuscritos foram digitalizados e reconstruídos até que as imagens ganhassem o aspecto original.

Acesse os manuscritos: em  The Digital Dead Sea Scrolls