Em retaliação porque a rede católica Canção Nova, tirou do ar programas com Edinho Silva (PT), Gabriel Chalita (PMDB) e outros políticos.

Cancelamento

De acordo com a Canção Nova, o cancelamento dos programas foi a pedido do bispo de Lorena, D. Benedito Beni (que subscreveu um documento contra Dilma em 2010). Outro fator foi a pressão econômica. A Canção Nova depende basicamente das doações de aproximadamente 600 mil fiéis que colaboram mensalmente. A campanha contra Edinho sugeria o fim das doações.

Além disso, houve pressão indireta do Vaticano, que questionou a direção da emissora sobre a presença do petista na grade de programação.



Segundo a Canção Nova, o presidente do PCCS, D. Claudio Maria Celli, pediu que a emissora abrisse espaço para os setores da Igreja Católica voltados ao trabalho social. O objetivo seria aproximar a ala espiritual (representada principalmente pelo movimento conservador Renovação Carismática) da ala social (concentrada nas progressistas comunidades de base e pastorais sociais).

Não houve um pedido expresso do PCCS para que a Canção Nova convidasse um petista. O Vaticano só ficou sabendo do convite a Edinho quando o programa já estava no ar. A avaliação da Canção Nova é que nos três programas que foram ao ar Edinho não disse nada que contrariasse a doutrina católica. A reação está baseada em declarações pró-direitos homossexuais e contra os panfletos católicos anti-Dilma publicados no blog do dirigente petista.

Retaliação

As TVs Canção Nova e Aparecida, com programação voltada para o público católico, podem ter suas concessões anuladas, segundo pedido do Ministério Público Federal de Guaratinguetá à Justiça, informa O Estado de S. Paulo. A Justiça acatou a abertura dos processos.

De acordo com o MPF, as concessões foram outorgadas sem licitação prévia e, portanto, seriam irregulares. Ambas as emissoras, sediadas no interior de São Paulo, declararam-se de caráter educativo no registro junto ao Ministério das Comunicações.

Segundo o ministério, podia-se receber outorga sem licitação nestes casos, por meio de um decreto, até 2011. Entretanto, o procurador Adjame Oliveira, autor das ações, reitera que estas eram necessárias para selecionar qual teria “melhor conteúdo” educativo. “A outorga sem licitação põe em xeque a utilização democrática e transparente desse meio de comunicação”.

Os processos às concessões das TVs Canção e Aparecida, aprovados entre 1997 e 2001, respectivamente, foram assinados pela Presidência da República, em 2002, e ratificados pelo Congresso.

Comentário

A emissora Canção Nova gerou polêmica apartir da campanha presidencial de 2010, quando veiculou um programa em que um padre pedia abertamente para os fiéis não votarem no PT, pois o partido era “a favor do aborto”.

E recentemente tinha um novo programa polêmico dirigido por um famoso político socialista e gayzista.

A TV Canção Nova cancelou o programa depois de uma campanha de protestos pela internet realizada por telespectadores indignados, liderada pela conta de Twitter #CançãoNovaSemPT.

Parabéns a Canção Nova, e aos cristãos que se mobilizaram, agora se preparem o preço para se estar na grande mídia e ser politicamente correto e se omitir e tolerar valores anti-cristãos, como a regra foi quebrada as conseqüências virão.

Oxalá que todos os Cristãos protestassem contra essa retaliação.